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O TRIÂNGULO DA FRAUDE


A Teoria formulada em 1953 pelo criminologista americano Donald Cressey é de simplicidade quase infantil, mas, absolutamente inatacável.

Os três componentes que “viabilizam” uma FRAUDE, inclusive, e, em especial às obras públicas são: (i) a Motivação, (ii) a Expertise e (iii) a Justificativa.

Com relação aos motivos, são os mais variados. Desde a pura ambição do fraudador até a necessidade de dinheiro rápido em virtude de uma urgência qualquer (saúde, dívidas, etc, ...)

No que diz respeito a expertise, evidente, há necessidade do fraudador dominar os detalhes do processo que será seu alvo, vez que não há lógica em cometer uma fraude e ser apanhado em seguida.

É exatamente por isso que, no tocante às obras públicas, os fraudadores, via de regra, ocupam cargos de decisão e com determinado controle sobre o processo.

Contudo, o mais intrigante é o terceiro componente. A JUSTIFICATIVA para o ato. Em síntese, o fraudador necessita de uma motivação capaz de validar uma ação que ele sabidamente reconhece como errada.

Um exemplo do cotidiano é suficiente para uma reflexão mais aprofundada:

Por qual motivo alguém falsifica uma carteirinha de estudante?

#Fraude #ObrasPúblicas #Corrupção

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